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	<title>Fliporto - Festa Literária de Pernambuco</title>
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		<title>Fliporto homenageada pelo Baile dos Artistas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 06:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cordeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em alto estilo, o camarote da Fliporto esbanjou alegria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Baile dos Artistas, tradicional abre-alas do carnaval pernambucano, destinou à Fliporto troféu de destaque 2012. A honraria foi recebida por Eduardo Côrtes. No camarote, Antônio Campos liderou a alegria que contou com as personalidades do mundo artístico e cultural.<br />
Na oportunidade, o Instituto Maximiano Campos &#8211; IMC, lançou nova versão do frevo &#8220;Serpentina Partida&#8221;, de autoria de Maximiano Campos e Arthur Lima Cavalcanti. A ação faz parte de uma programação comemorativa dos 10 ANOS da instituição. Acesse o álbum do evento e mais notícias no novo site do IMC . <a title="IMC 10 ANOS. NOVO SITE" href="http://www.imcbr.org.br/2012/">Clique aqui!</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Feliz 2012!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 23:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cláudia Cordeiro Tavares da Cunha Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um Ano Novo de Paz e Prosperidade! São os votos de todos os que fazem a Fliporto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feliz Ano Novo!</p>
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		<title>Nova Cidade das Letras para 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 16:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cláudia Cordeiro Tavares da Cunha Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antônio Campos, curador da Fliporto, faz o balanço de 2011 e anuncia nova Festa em ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fliporto 2011 foi um êxito de público e de crítica. A celebração da diversidade e do diálogo promoveu um encontro de culturas e de autores inédito na história dos eventos literários em Pernambuco e repercutiu dentro e fora do Estado.<br />
Contribuiu para isso a montagem adequada de painéis que analisaram a obra e a vida dos homenageados, associada a questões de grande atualidade, como a Primavera Árabe, e as ricas e sutis reflexões sobre o ofício do escritor e o mundo dos livros.<br />
Mais de 30 autores, 14 países, 22 encontros e painéis de palestras e debates do congresso literário que reuniram no mesmo auditório, desde um Prêmio Nobel de Literatura a uma poetisa libanesa rebelde, um guru oriental-ocidental lado a lado com especialistas em livro, patrimônio, arte, história, e tantos outros saberes e temperos que conseguiram o que toda grande festa literária deseja: emocionar, comover, provocar, seduzir, polemizar, surpreender e dar vontade de que a festa continue.<br />
Olinda tornou-se, por cinco dias, a Cidade das Letras e mostrou o seu encanto e magia, pois como diz Alceu Valença: “Olinda, tens a paz dos mosteiros da Índia&#8230;”. Finalizamos os painéis com a mensagem de paz de Gandhi, através do monólogo “Gandhi, um líder servidor” interpretado pelo ator João Signorelli. Não há caminhos para a paz, a paz é o caminho. O perdão é uma tarefa para fortes. Só o amor cura, liberta, transforma. Palavras de Gandhi.<br />
E a Festa continua, em 2012, com o brilho e calor humano, cultural, natural de Olinda, dos convidados, do público. Quando fevereiro chegar, as primeiras notícias da nova Fliporto serão dadas, os detalhes começarão a ser conhecidos, da mais democrática das festas literárias do Brasil, de novo em novembro, e ainda melhor.</p>
<p>Antônio Campos<br />
Advogado, Escritor, Membro da Academia Pernambucana de Letras e Curador da Fliporto</p>
<blockquote><p>Foto em destaque: Biblioteca Pública de Olinda, 15.11.11. Antônio Campos exibe o Trofeu Fliporto 2011, durante a homenagem promovida pela <a href="http://www.fliportodigital.net/novo/">Fliporto Digital</a> em agradecimentos pela sua gestão durante os 5 anos de atividades desse seguimento da Fliporto.</p></blockquote>
<p>O Trofeu Fliporto 2011 foi concebido pelo designer publicitário João Castelo Branco e também foi entregue aos vencedores dos Prêmios <em>Poesia ao Vídeo, ano V</em>, <em>TOC 140, Poesia no Twitter, ano II</em>, aos vencedores da <em>Maratona do Conhecimento Literário do Pernambucanidade em Jogo</em>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4438" title="Trofeu FLIPORTO 2011" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/act.jpg" alt="" width="550" height="282" /></p>
<p>Estatísticas no <a href="http://www.jb.com.br/fliporto-2011/noticias/2011/11/18/fliporto-tem-crescimento-de-33-de-publico-em-2011/">Jornal do Brasil</a> , por Rodrigo Accioly</p>
<blockquote><p>A Fliporto 2011, em Olinda, chegou ao fim, na última terça feira, com números respeitáveis. Em cinco dias, de 11 a 15 de novembro, a Festa Literária Internacional de Pernambuco recebeu mais de 80 mil pessoas, público 33% superior ao do ano passado. Entre os visitantes, a aprovação foi de 94%. Não obstante, a movimentação na economia local superou R$ 10 milhões, principalmente nas áreas gastronômica, hoteleira e editorial.</p>
<p>A programação literária teve 46 autores e convidados, que participaram de 20 painéis na Tenda do Congresso Literário.  A Feira do Livro teve mais de 15 mil exemplares vendidos. Tal cenário confirma o resultado da enquete realizada no último mês no site do Jornal do Brasil, em que os 76,5% dos leitores votantes considera que, sim, a Fliporto se tornou o maior festival literário do país em números absolutos.</p></blockquote>
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		<title>Gandhi no encerramento da Fliporto</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 19:02:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As filosofias orientais tomaram conta do último dia da VII Fliporto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4377" class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><a rel="attachment wp-att-4377" href="http://fliporto.net/blog/gandhi-no-encerramento-da-fliporto.html/attachment/gandhi"><img class="size-medium wp-image-4377" title="gandhi" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/gandhi-509x340.jpg" alt="O líder espiritual hindu foi interpretado pelo ator mineiro João Signorelli | Foto: Tom Cabral/Santo Lima" width="509" height="340" /></a>
<p class="wp-caption-text">O líder espiritual hindu foi interpretado pelo ator mineiro João Signorelli | Foto: Tom Cabral/Santo Lima</p>
</div>
<p>“Somente o amor cura, une, pulsa, educa, cuida, escuta, encoraja, movimenta, faz nascer, entusiasma, alivia, motiva e possibilita a vida”. A máxima fez do monólogo Gandhi, um líder servidor, encenada pelo ator mineiro João Signorelli e que encerrou as atividades da Fliporto 2011. Uma plateia lotada assistiu à interpretação do texto de Signorelli, que faz uma adaptação das filosofias de não-violência do líder hindu aos dias atuais aplicando-as ao ambiente de trabalho, no mundo da política e até mesmo nas relações interpessoais. A peça arrancou aplausos ruidosos de um público emocionado.</p>
<p><strong>Poesia do Oriente na mira da Fliporto</strong></p>
<p>Durante a tarde desta terça, o painel “O Oriente é aqui: formas e inspirações do Japão e da China na poesia brasileira” reuniu alguns dos maiores especialistas do assunto sob a mediação do jornalista Marcelo Pereira, editor do Caderno C do JC e ele mesmo um praticante do gênero. A apresentação de Sônia Sales versou sobre as nuances e semelhanças entre a poesia chinesa e japonesa, ao passo que a poetisa e compositora Alice Ruiz versou sobre suas preferências em relação ao HaiKai, gênero difundido no país pelo seu falecido esposo Paulo Leminsky, um grande entusiasta dos poemas de 17 sílabas. Raimundo Gadelha, por sua vez, presenteou o público com explicações e leituras de poemas Tanka, o gênero mais difundido no Japão e do qual o Haikai seria uma variação.</p>
<p><strong>Por: Iara Lima</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Começo e meio sem fim&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No início, só ansiedade. Durante os cinco dias, muita agitação e busca pelo perfeito. Depois, o início, o meio e a lembranças indeléveis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_4369" class="wp-caption aligncenter" style="width: 281px"><a rel="attachment wp-att-4369" href="http://fliporto.net/artigos/comeco-e-meio-sem-fim.html/attachment/6348194223_7f99b0b133_z"><img class="size-medium wp-image-4369" title="6348194223_7f99b0b133_z" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/6348194223_7f99b0b133_z-271x340.jpg" alt="Foto: Beto Figueiroa/Santo Lima" width="271" height="340" /></a>
<p class="wp-caption-text">A equipe Fliporto 2011 trabalhou para fazer uma Festa inesquecível | Foto: Beto Figueiroa/Santo Lima</p>
</div>
<p><em><strong>Por: Ana Luíza Madeiro*</strong></em></p>
<p>Antes de tudo começar, a expectativa tomou conta da equipe Fliporto 2011. Era o telefone que não parava de tocar, as reuniões que pareciam não ter fim, os deadlines ininterruptos, fazendo parecer que os nossos dias tinham apenas doze horas, e a ansiedade que subia à cabeça e fazia os nervos fervilharem de emoção.</p>
<p>Foi pensando no depois que utilizamos o perfeccionismo no antes. Não é fácil preparar um evento dessa magnitude. Mas pensar em todos os detalhes para abarcar uma grande quantidade de pessoas, fazer brotar sorrisos em crianças, jovens, adultos e idosos, levar conhecimentos para os interessados e levantar a energia de uma multidão no Fortim do Queijo, definitivamente, não têm preço.</p>
<p>O tema? Uma viagem ao Oriente. O homenageado? Gilberto Freyre. O que eles têm em comum? Um sociólogo apaixonado pela cultura oriental que, em meio a viagens, pesquisas e escritos históricos, trouxe a constatação de que temos muito mais em comum com o lado de lá do que jamais imaginamos. Um país de olhos puxados, de turbantes, de religiosidade e de um apreço incontestável ao que vem de fora, tornando-os nosso. Um misto de magia, pessoas e fraternidade. Um Ocidente com cara de Oriente.</p>
<p>Com tanta sincronia temática, e tudo devidamente organizado, chegou a tão sonhada VII Festa Literária Internacional de Pernambuco. Em uma data não muito comum, a sexta-feira de 11/11/11 foi agraciada com um enorme gongo, que soou em Olinda e arrastou o Brasil inteiro para a famosa Cidade das Letras. Uma cidade que se tornou um universo: de literatura, de conhecimento, de ecologia, de ideias, de alegria. E em meio a tantas personagens e conferencistas mundiais, uma certeza: a de que mais importante do que a Festa Literária em si, é ver e perceber o quanto a população aprecia a iniciativa, fazendo do evento algo imprescindível para o crescimento pessoal. E o melhor? Não precisar que ninguém venha dizer explicitamente, porque os sorrisos, os legais transmitidos com os polegares e a conversa que ouvimos ao caminhar pela Praça do Carmo já nos dizem tudo. Isso faz a nossa alegria, isso faz arrepiar!</p>
<p>Foram cinco dias de presença constante, de correrias, de tentar fazer o melhor para os visitantes. A equipe da produção não economizou esforços para fazer com que todos os que entrassem satisfeitos, saíssem satisfeitíssimos. Com um pequeno aparelho sempre a postos, o “tá na escuta?, adianta e copiado” virou hit do momento para o pessoal da produção da Fliporto. A organização, capacitada, trabalhou incessantemente na limpeza, na segurança, nas informações e no acesso a todos, sem exceção, interagindo com o público como se ali fossem a casa de todos.</p>
<p>E o que falar da imprensa? Fantasiada de vermelho Fliporteando o dia inteiro, era possível sentir o empenho da equipe em todos os locais da Festa, em um só lema: tudo pela Fliporto. Contagiados pelo embalo do evento, os jornalistas transformaram em matéria de primeira página todos os detalhes observados pelo olhar sensível do grupo.</p>
<p>E hoje, termina. Mas só na teoria, porque, na prática, a Fliporto Digital, a Fliporto Nova Geração, a Fliporto Criança, a Fliporto Gastronomia, a ECOFliporto, o Cine Fliporto, o Congresso Literário, a Casa UBE e todos os espaços montados por patrocinadores e colaboradores continuam. Continuam levando energia e conhecimento ao mundo, com a certeza de que todo o sacrifício valeu a pena e que, no próximo ano, tem muito mais!</p>
<p><strong>* Ana Luíza Madeiro é jornalista e integra a equipe de imprensa da VII Fliporto.<br />
</strong></p>
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		<title>O tempo destrói a memória salva</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último dia do CineFliporto contou com a exibição do primeiro documentário do jornalista Geneton Morais Neto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre inovador, o jornalista Geneton Moraes Neto, trouxe para a programação do Cinefliporto o primeiro documentário idealizado e dirigido por ele. O filme “Canções do exílio – A labareda que lambeu tudo” conta a ligação entre a produção musical brasileira e o isolamento forçado de alguns artistas imposto pelo regime militar. Os músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jards Macalé e Jorge Mautner resgataram as memórias e contaram em entrevista a Geneton os principais acontecimentos decorrentes da prisão, os tempos de exílio em Londres, ocorrido entre 1969 e 1972, e a esperada volta ao Brasil.</p>
<p>E não só os músicos fizeram este resgate, o próprio jornalista teve que buscar as próprias lembranças do início de carreira como repórter do Diário de Pernambuco, nos anos 70, e de suas primeiras entrevistas com Caetano e Gil. Como uma em que, o músico Caetano Veloso, revelou que foi interrogado pelos militares que tentavam convencê-lo a compor uma música exaltando a Transamazônica, com o argumento de que outros artistas já estariam contribuindo com o governo.</p>
<p>Em um dos trechos do documentário Gilberto Gil lembrou que, logo após voltar do exílio, compôs a música, em parceria com Chico Buarque, &#8220;Cálice&#8221;, e foi censurado. O artista revela emocionado que até hoje tem dificuldade em lidar com a música porque ela fala sobre a dor, o tormento, a repressão e a censura sofrida pela ditadura.</p>
<p><strong>Por: Andréa Xavier</strong></p>
<p><strong>Foto: Tom Cabral/Santo Lima<br />
</strong></p>
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		<title>Premiações encerram a Fliporto Digital</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez a Fliporto Digital inovou com o primeiro quiz  online da literatura pernambucana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi com premiações que a Fliporto Digital encerrou suas atividades na VII Fliporto, nesta terça-feira (15). Durante a tarde, foram revelados os vencedores do Prêmio TOC 140 – Poesia no Twitter, do 5º Prêmio Internacional Poesia e Vídeo, além da final ao vivo do Pernambucanidade em Jogo.</p>
<p>Sob coordenação de Cláudia Cordeiro e orientação da Microsoft Innovation Center, foi realizada a etapa final do game Pernambucanidade em Jogo, criado para difundir, de forma mais atrativa, a literatura do Estado. O público acompanhou do telão a vitória da psicóloga Gerusa Leal, seguida de Marcílio Medeiros e Tiago Lima. Todos ganharam um Ipad e a remuneração de R$ 1,5 mil, R$ 1 mil e R$ 750, respectivamente. O game, apesar de encerrado seu formato competitivo, continua disponível no Pernambuco Antologias: <a href="http://www.pernambucoemantologias.com.br/" target="_blank">http://www.pernambucoemantologias.com.br</a>.</p>
<p>Criado no ano passado, o TOC 140 aumentou o sucesso nesta segunda edição, contabilizando mais de 2300 poemas postados no Twitter e mais de 60 mil votos. Por estar na rede, o alcance foi nacional. Tanto que o terceiro lugar, Daniele Freitas, é de Criciúma e o segundo, Simone Brichta, é de Fortaleza. Só primeiro colocado, Marcos Moura, é do Recife. Eles receberam o exemplar do concurso, com os 100 melhores poemas inscritos no TOC 140, além de valores que variavam de R$ 1 mil a R$ 3 mil.</p>
<p>O 5º Prêmio Internacional Poesia e Vídeo apontou Niti Merhej, de São Paulo, como a vencedora. Em segundo lugar, Eliane Garcia, do Rio de Janeiro, e, em terceiro, Cátia Cunha e Solva, diretamente de Portugal. Todos foram contemplados com troféu, certificados e DVD com os vídeos dos dez primeiros colocados.</p>
<p>Finalizando a tarde, o curador da Fliporto, Antônio Campos, anunciou os três vencedores do 7º Prêmio Maximiano Campos. Em primeiro lugar, Geraldo Furtado, seguido de Fátima Soares e Luciano Machado. Eles receberam um kit com livros, certificado e dinheiro. “A Fliporto Digital cumpriu seu propósito, que é de ser o mais democrático e inclusivo. Conseguimos fazer transmissões onlines e premiações”, orgulha-se, Antônio Campos.</p>
<p><strong>Por: Tacyana Viard</strong></p>
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		<title>Fliporto atrai 80 mil pessoas e bate recorde de público</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 20:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sétima edição da Festa Internacional Literária de Pernambuco movimentou a economia de Olinda entre os dias 11 e 15 de novembro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><a rel="attachment wp-att-4355" href="http://fliporto.net/noticias/fliporto-atrai-80-mil-pessoas-e-bate-recorde-de-publico.html/attachment/fliporto_tom"><img class="size-medium wp-image-4355" title="fliporto_Tom" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/fliporto_Tom-509x340.jpg" alt="Sucesso absoluto, A VII Fliporto se consagra como a Festa Literária com o maior público do Brasil | Foto: Tom Cabral/Santo Lima" width="509" height="340" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sucesso absoluto, A VII Fliporto se consagra como a Festa Literária com o maior público do Brasil | Foto: Tom Cabral/Santo Lima</p>
</div>
<p>O balanço final da VII edição da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto) mostrou que a decisão de transpor a festa literária para Olinda foi, de fato, a mais acertada, conquistando um público 33% superior ao do último ano (80 mil visitantes contra 60 mil da edição anterior), com 94% de aprovação por parte dele.</p>
<p>A Festa também superou as expectativas mais otimistas para a economia do município. Durante os cinco dias do evento foram movimentados um total de R$ 10 milhões na cidade, sobretudo nos setores hoteleiro, gastronômico e editorial. Para isso, o evento contou com uma estrutura superlativa, montado em um espaço de 20 mil m², batizado de Cidade das Letras, que contou com 27 tendas armadas com 350 toneladas de ferro para receber diversos tipos de atividades.</p>
<p>A programação literária, a principal delas, contou com 46 autores e convidados que protagonizaram 20 painéis na Tenda do Congresso Literário. A presença desses grandes nomes da literatura nacional e internacional, certamente, incentivou as compras de publicações.  Ao todo, a Feira do Livro teve mais de 15 mil exemplares vendidos. Do ponto de vista ecológico, a Fliporto também contribuiu fortemente para a cidade de Olinda. Por meio do pólo EcoFliporto, a Festa plantou 400 mudas de Baobás em vários pontos da Praça do Carmo e adjacências, respeitando os limites impostos pela lei.</p>
<p>Com a curadoria geral do escritor e advogado Antônio Campos, a festa homenageou, este ano, o escritor e sociólogo pernambucano Gilberto Freyre, e teve como tema Uma Viagem ao Oriente. A curadoria literária do evento foi assinada pelo jornalista e escritor Mário Hélio Gomes que, além do indiano Deepak Chopra, trouxe para o Estado nomes influentes da literatura mundial, como Abdel Bari Atwan (Palestina), Tariq Ali (Paquistão), Joumana Haddad (Líbano) e Derek Walcott (Santa Lúcia, Caribe) &#8211; vencedor de um Prêmio Nobel de Literatura, e Gonçalo M. Tavares (Portugal). A coordenação executiva da Festa ficou sob a responsabilidade de Eduardo Côrtes.</p>
<p>A Festa ampliou o sucesso das outras edições e trouxe ao público o Cine Fliporto, segmento voltado para o cinema, que homenageou os cineastas Guel Arraes e Tizuka Yamasaki, com curadoria do crítico de cinema Alexandre Figueirôa. O cineasta Nelson Pereira de Santos, precursor do Cinema Novo no Brasil, e que dirigiu Casa Grande &amp; Senzala, obra homônima de Gilberto Freyre, foi um dos grandes nomes nacionais que estiveram no Congresso Literário.</p>
<p>Outro polo que atraiu a atenção do público foi o Fliporto Digital, setor do evento que acolheu, sob a coordenação da webdesigner Cláudia Cordeiro, as novidades tecnológicas no ramo literário e que saudou os irmãos Sílvio e Luciano Meira. Toda a programação do evento foi transmitida ao vivo pela TV Fliporto. O público infanto-juvenil também teve uma novidade este ano com os polos exclusivos, chamados Fliporto Criança e a inédita Fliporto Nova Geração, onde foram apresentadas palestras, oficinas e brincadeiras didáticas voltadas para o mundo da Literatura.</p>
<p>O homenageado foi Malba Tahan, famoso professor de matemática que faleceu na capital pernambucana e cultuou uma radical mudança na educação infantil. A Festa também fez uma ode ao Meio Ambiente por meio da EcoFliporto, que trabalho junto ao público presente o tema “Pernambuco Jardim de Baobás”, posto que, depois da África, nosso Estado tem o maior número dessa espécie de árvore plantadas.</p>
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		<title>Pluralidade cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 19:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Além da literatura, a Fliportoteve espaço para outras manifestações culturais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 519px"><a rel="attachment wp-att-4333" href="http://fliporto.net/noticias/pluralidade-cultural.html/attachment/literatrupe_beto"><img class="size-medium wp-image-4333" title="Literatrupe_Beto" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/Literatrupe_Beto-509x340.jpg" alt="Música e poesia coma Literatrupe | Foto: Beto Figueiroa/Santo Lima" width="509" height="340" /></a>
<p class="wp-caption-text">Música e poesia coma Literatrupe | Foto: Beto Figueiroa/Santo Lima</p>
</div>
<p>Nem só de livros e palestras se faz a VII Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto). O Palco das Artes, destinado às apresentações musicais, armado na Praça do Fortim do Queijo, recebeu mais de 20 mil pessoas, durante o evento, para ver e curtir os shows de Jorge Ben Jor, Taryn Spilzman, Maestro Spok, e dos grupos performáticos de literatura Literatrupe e Vozes Femininas.</p>
<p>O espaço foi aberto na noite da sexta-feira (11) com o Maracatu Estrela Brilhante, fazendo uma grande ode à cultura local. Em seguida, subiu ao palco o grupo Vozes Femininas, formado pelas poetisas Cida Pedrosa, Susana Morais, Mariane Bigio e Silvana Menezes, que recitaram poesias autorais e universais, que iam de Gilberto Freyre, à Manuel Bandeira e Carlos Pena Filho.</p>
<div id="attachment_4334" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><a rel="attachment wp-att-4334" href="http://fliporto.net/noticias/pluralidade-cultural.html/attachment/ben-jor_leandro"><img class="size-medium wp-image-4334" title="Ben Jor_Leandro" src="http://fliporto.net/20110629/wp-content/uploads/2011/11/Ben-Jor_Leandro-225x340.jpg" alt="O cantor Jorge Ben Jor foi uma das atrações do Fortim do Queijo | Foto: Leandro Lima" width="225" height="340" /></a>
<p class="wp-caption-text">O cantor Jorge Ben Jor foi uma das atrações do Fortim do Queijo | Foto: Leandro Lima</p>
</div>
<p>Mas a atração mais esperada da noite foi o a cantora revelação do último Rock in Rio Taryn Spilzman. Na apresentação uma mescla da música americana com influências brasileiras. Taryn fez uma apresentação impecável que uniu o melhor do rock, jazz e blues com arranjos tropicais. No repertório, canções consagradas nas vozes de Janis Joplin, Muddy Waters, Aretha Franklin e Ângela Rô Rô.</p>
<p>Já no sábado (12), as atenções se voltaram para o carioca-sangue-bom, Jorge Ben Jor. O público cantou em coro todos os seus <em>hits. </em>No programa<em>, </em>os clássicos<em> País Tropical, Fio Maravilha, Magnólia e Ive Brussel, </em>só para falar de alguns.<em> </em>Programado para cantar apenas uma hora, Jorge extrapolou, e cantou 40 minutos além do previsto. Já passava da 1h da madrugada do domingo (12), quando Maestro Spok e Orquestra subiu ao palco para um público incansável (e que resistiu a chuva), evocando a música que é a cara de Olinda, o frevo.</p>
<p><strong>Teatralizando a literatura – </strong>Para animar ainda mais o público da Fliporto, o grupo performático Literatrupe trouxe para a Festa Literária a fusão de elementos armoriais e circenses em declamações poéticas. Ascenso Ferreira, Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto foram alguns dos poetas que tiveram suas obras recitadas aos visitantes enquanto o grupo percorria a ruas da Cidade das Letras.</p>
<p>As poesias ganharam corpo e som, com os personagens Índia Mãe da Lua (Cintia Ribeiro), Trovador Literário Mesk Morato (Carlos Mesquita), Poeta Rabequeiro (Thiago Martins) e Trovador Falcão (Marinho Falcão), que além de recitar, tocaram instrumentos exóticos e étnicos como cuenco tibetano, japuru (flauta indígena), chocalho, zabumba e rabeca. A alegria circense do quarteto arrancou sorrisos de crianças e adultos que interagiam por meio de palmas, sugerindo temas para poemas inventados na hora ou completando frases ditas pelos atores. Por onde passava, a Literatrupe ia ganhando novos adeptos num cortejo que percorreu toda a Praça do Carmo, em Olinda.</p>
<p><strong>Por: Andréa Xavier e Eduardo Sena</strong></p>
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		<title>Cinema e (re)leituras literárias</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 18:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Guel Arraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Três grandes nomes do cinema e televisão brasileiros discursaram sobre as adaptações literárias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito tênue a divisória entre as obras literárias e suas adaptações para o audiovisual &#8211; seja no suporte cinematográfico ou televisivo. A relação é considerada antiga e remonta aos princípios do surgimento do cinema, até então um filho do teatro. Os responsáveis pela reflexão sobre esta relação foram os cineastas Guel Arraes, Tizuka Yamasaki e Nelson Pereira dos Santos, sob a mediação do curador do CineFliporto, Alexandre Figuerôa, responsável pela condução das conversas no painel “Como o Cinema e a TV reescrevem a literatura”.</p>
<p>A escolha dos painelistas ampliou o foco de discussões e atraiu um grande público ao local. Enquanto Tizuka Yamazaki prefere trabalhar a partir de textos documentais de pesquisa e Guel Arraes transpõe obras não só para o cinema, mas para a TV, Nelson Pereira dos Santos é considerado um dos maiores intérpretes da literatura nacional através da releitura de obras de Graciliano Ramos, Nelson Rodrigues, Jorge Amado e Guimarães Rosa.</p>
<p>Se um filme, antes e a despeito de qualquer coisa, é texto antes de virar imagem através do roteiro, os cineastas divergiram sobre a condução deste processo de transposição. Para Guel, “uma boa adaptação não é uma tradução, mas parceria, pois você pede ‘licença’ ao autor para as modificações necessárias”. Tizuka, por sua vez, se confessou uma “covarde” neste aspecto. “Confesso que sempre peço ajuda a roteiristas, tenho dificuldade em contar uma história em ordem cronológica e numa narrativa linear, talvez por isso eu tenha optado por trabalhar com pesquisas”, esclareceu.</p>
<p>Entretanto, é Nelson quem arranca gargalhadas do público ao revelar que seu processo de roteirização é variado, pois em Vidas Secas, o processo de filmagens das cenas quase não contou com roteiro físico, mas com o seguimento à risca da obra literária. “Já em Tenda dos Milagres, trabalhei em conjunto com Jorge Amado no roteiro, mas ele me pedia alterações que eu simplesmente ignorava. Na década seguinte, quando filmei Jubiabá, o próprio Jorge Amado me disse que não queria saber do roteiro, que eu mostrasse a ele o filme já pronto”, galhofou.</p>
<p>A releitura de obras literárias mostra ainda outra faceta polêmica. Enquanto os leitores das obras tendem a fazer comparações inevitáveis (e muitas vezes negativas sobre os filmes) por conhecer a fundo os detalhes do livro em si, Nelson Pereira defende que o audiovisual é uma maneira de fomentar novos leitores, estimulando e fomentando a aquisição de conhecimento acerca dos livros que deram origem às obras cinematográficas.  Guel, por sua vez, defende a posição de que, mesmo que não venham a ler os livros originais, os espectadores de plataformas audiovisuais como cinema ou televisão terão uma experiência literária ao assistir aos filmes e seriados.</p>
<p><strong>Por: Iara Lima</strong></p>
<p><strong>Foto: Tom Cabral/Santo Lima<br />
</strong></p>
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